Visitas a lares de idosos

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No contexto de pandemia de COVID-19 a partir do dia 18 de maio

A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou uma informação (inf. 11/2020 de 11.05.2020) que define os requisitos para que sejam retomadas as visitas a Estruturas Residenciais para Idosos e Unidades de Cuidados Continuados Integrados, a partir do dia 18 de maio e em contexto de pandemia de COVID-19.

De acordo com a informação, as instituições devem criar um plano de operacionalização das visitas e identificar um profissional responsável pelo processo, informando os familiares e os visitantes sobre as condições das visitas.

Esta informação da Direção-Geral da Saúde (DGS) impõe quesitos de operacionalidade gerais e específicos:

Atendendo aos aspetos gerais:

  1. A instituição deve ter um plano para operacionalização das visitas e ter identificado um profissional responsável pelo processo.
  2. A instituição deve comunicar aos familiares e outros visitantes as condições nas quais as visitas irão decorrer.
  3. (…)

Tem ainda aspetos relacionados com a instituição:

  1. A instituição deve disponibilizar, nos pontos de entrada dos visitantes, materiais informativos sobre a correta utilização das máscaras, higienização das mãos e conduta adequada ao período de visitas.
  2. As instituições devem acautelar que, no momento da primeira visita, os seus profissionais informam os familiares e outros visitantes sobre comportamentos a adotar de forma a reduzir os riscos inerentes à situação.
  3.  (…)

Por outro lado, temos instruções relacionados com os visitantes:

  1. As visitas devem ser realizadas com hora previamente marcada e com tempo limitado (não devendo exceder 90 minutos).
  2. As visitas devem respeitar um número máximo por dia e por utente, sendo, numa primeira fase, de um visitante por utente, uma vez por semana (este limite pode ser ajustado mediante as condições da instituição e a situação epidemiológica local, em articulação com a autoridade de Saúde local e segundo a avaliação de risco).
  3. (…)

Sem prejuízo do disposto nos pontos anteriores, caberá ainda a todas as instituições adequar procedimentos incentivando e garantindo todos os meios para que os seus utentes possam comunicar, interagir e relacionar-se com os familiares e amigos ainda que através de vídeo chamada ou telefone.

(Artigo disponível na integra na edição 13 Capa de Junho à venda em Banca, ou através de assinatura)

POR: Nuno Lopes Nunes