Tudo sobre a gravidez psicológica

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Para muitos,

ainda é difícil acreditar que uma mulher tenha vários sintomas de gravidez, como por exemplo produzir leite, sem estar de facto a gerar um novo ser. Conheça as causas que estão por trás desta síndrome e como a gravidez psicológica pode ser tratada. 

As situações são cada vez mais raras, mas acontecem. Uma em cada 20 a 25 mil gestações é uma gravidez psicológica, também conhecida por pseudociese. Não houve a fecundação de um óvulo por um espermatozoide e não há embrião ou saco embrionário dentro do útero, mas o organismo produz uma série de sintomas de gravidez. 

Apesar de nestas situações todos os testes de gravidez darem negativo, regra geral, a mulher entra em negação, acreditando piamente que existe um bebé na barriga. Mesmo quando o médico recorre à ecografia mostrando à paciente que o útero está vazio, algumas continuam a acreditar que vão ser mães. 

De facto,

muitos dos sintomas estão lá, como por exemplo os seios produzirem leite e a barriga começar a crescer. A ciência explica estas ocorrências, afirmando que o estado emocional da paciente influencia todo o seu corpo, incluindo o sistema reprodutor. “Os neurotransmissores envolvidos no stresse podem alterar a produção de hormonas como a prolactina e o LH, que simulam uma gravidez”, explica uma das investigadoras, Renata de Camargo Menezes, ginecologista especialista em reprodução humana e diretora de uma clínica no Brasil.

(…)

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