Planeamento e Organização Familiar

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Passada a azáfama natalícia e com o início de um novo ano, entramos numa fase de auto-análise, reflexão e planeamento. Decidimos que, este ano não deixaremos nada por fazer e iremos cumprir todos os objetivos. Este ano, vai ser diferente do ano anterior. Este será o ano em que vamos recuperar todo o tempo perdido. Fazemos uma lista e ambicionamos cumprir todos os pontos dessa lista. Se assim for, estamos no caminho certo, é assim mesmo que deve ser. É necessário estabelecer objetivos para que o ano não passe em claro. Objetivos pessoais? Sim, sempre! E os familiares? Há que estabelecer objetivos para a família, com a família.

A nossa família deve funcionar como uma pequena democracia em que todos devem estar envolvidos no que toca a decisões para o bem comum. Ao envolvermos os nossos filhos, acabamos por ter uma noção de como as decisões os podem afetar e também acabamos por lhes incutir um sentido de responsabilidade e inclusão. E o que ganhamos com isso? Harmonia familiar e menos resistência no cumprimento das tarefas atribuídas para que se alcancem os objetivos traçados.

Estarmos conscientes volta a ser a palavra de ordem. Estarmos conscientes da importância de cada um no seio familiar, que todos os membros da família têm voz e que as decisões afetam a família como um todo. Estarmos conscientes que os objetivos devem ser cumpridos e que todos devem fazer a sua parte. Estarmos conscientes que, em família, nunca estamos sozinhos e que tudo deve ser feito em conjunto. Estarmos conscientes que a política dentro de casa deve ser sempre a de que juntos seremos mais fortes e chegaremos mais longe.

POR: Adelaide Miranda _ Engenheira, Escritora e Empresária

www.adelaidemiranda.com

Instagram: @adelaide_miranda

(Poderá este artigo na integra na edição 10 capa de janeiro 2020 Revista Miúdos&Graúdos)