“Foi a Maria quem escolheu o nome da irmã”

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Foto: Pedro Melim

Cláudia Vieira já tem Caetana nos braços. A bebé é filha da actriz e João Alves e nasceu a 1 de Dezembro. Vem juntar-se a Maria, a outra filha de Cláudia Vieira, que está com dez anos e estava ansiosa pela chegada da irmã.

Como é que foi a reacção da Maria quando soube que ia ter uma irmã?

A Maria desejava muito muito ter irmãos, irmã ou irmão, quando soube que ia ser mana ficou radiante e apreensiva, mas de excesso de felicidade porque é uma coisa que ela queria muito e que já falava há alguns anos e o facto de ser uma menina não a deixou nem mais nem menos contente. Ela está habituada a conviver com todos os primos e primas e dá-se muito bem com rapazes e raparigas. Talvez a preferência dela fosse um rapaz por eu falar nisso, visto já ter uma menina, mas isso não afetou em nada a felicidade que está a viver de ter uma mana.

A Maria ajudou na escolha do nome?

Sim! Eu disse dois nomes que gastava muito, um a Maria não gostou, o outro o João não gostou e de repente surgiu o nome Caetana pela Maria. Eu adorei, o João adorou… Ela sugeriu este nome por ter uma nova amiga que se chama assim. Não estava na nossa lista de nomes,mas todos gostámos do nome!

Foi uma gravidez tranquila?

Foi extremamente tranquila, nem os enjoos foram muito acentuados no primeiro trimestre, nem o segundo trimestre teve grandes complicações. O terceiro foi mais complicado, não só pela dimensão da barriga, mas porque tive alguns sintomas típicos desta fase, como ter bastante refluxo. É uma fase um pouco mais incomodativa e mais preocupante porque temos de abrandar o ritmo e ter mais repouso. Mas sim, foi muito tranquila, contudo sempre alerta aos sinais do corpo e com muito respeito. Agora que é diferente da primeira, isso não há dúvidas. Porque na primeira gravidez é uma loucura de emoções, além de que estava a ter contacto com a apresentação pela primeira vez, no Ídolos, e não conseguia identificar se o que estava a sentir era de estar grávida ou da ansiedade e adrenalina dos diretos e então foi super agitado. Além de que trabalhei até aos 6 meses e meio e isso fez diferença. Desta vez engravidei no final de um projecto do qual já sabia que ir ter descanso no final e isso fez com que tivesse mais tempo para descansar, ter tempo para mim e para cuidar de mim, organizar as coisas de outra forma. Foram gestações diferentes também por já perceber melhor as diferentes fases da mesma e por saber ‘ouvir’ melhor o meu corpo.

A Cláudia trabalha muito com a imagem. Que cuidados teve com o corpo?

Existem momentos para tudo. Na gravidez acho que temos que nos dedicar, mas com muito respeito pela fase que estamos a passar, ou seja, existe uma preocupação com a alimentação muito idêntica à do meu estado normal, muito equilibrada e normal, mas por outro lado tomando atenção a alimentos que podem provocar outros problemas na gravidez, como os mariscos, etc. Por outro lado, como sou imune à toxoplasmose, de alguma forma tenho uma descontração maior mas sempre focada numa alimentação bem nutritiva porque é fundamental para o momento. De resto, mantive os meus hábitos de exercício físico, claramente, mais adaptados às várias fases da gravidez. Eu acredito que devemos estar conscientes do nosso corpo e limitações e manter a nossa rotina de forma equilibrada e saudável. Juntamente com a alimentação e o exercício regrado e adaptado, fiz drenagens, feitas por quem sabe, para que não acelerem o processo de gravidez. As massagens ajudam muito porque a tendência a fazer retenção é muita, o peso da barriga é superior e fazer massagens é fundamental.

Voltou a ser embaixadora da BebéVida. Que importância tem para si a criopreservação?

É com muito gosto que volto a representar a BebéVida enquanto embaixadora do laboratório. Há 10 anos que faço parte desta família e sinto-me sempre muito bem recebida. Quando falamos de criopreservação das células estaminais temos de frisar que esta é uma questão de saúde. Esperamos sempre não vir a precisar de recorrer a estas células, mas temos de estar conscientes do seu potencial e de quão importante é preservá-las.

Foto: Pedro Melim