Halloween sem sustos a sério

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Não há dúvida que o Dia das Bruxas, ou Halloween, a 31 de outubro, já entrou no calendário de muitas famílias em Portugal. Este ano, as comemorações poderão ser diferentes do habitual, mas apesar disso acreditamos que será uma das noites mais entusiasmantes do ano, para crianças e não só!

Contudo, sejam quais forem os planos, estes têm de incluir a segurança, para que os sustos resultem apenas em sonoras gargalhadas.

É normal que cada família, dependendo até do local onde vive, programe esta data e tome as suas decisões de acordo com o que lhe parecer mais sensato: ficar em casa ou sair à rua.

A primeira opção, não tem de ser um aborrecimento:

– Fazer sobremesas “aterradoras” (já ouviu falar no pudim ou no bolo de terra?)

– Assistir a filmes de terror (adequados às idades das crianças) com o agregado familiar ou até, virtualmente, com família e amigos

– Decorar a casa e… um dos pontos altos: esculpir abóboras! Esta atividade pede atenção redobrada da parte dos adultos, uma vez que requer a utilização de objetos cortantes e destreza no seu manuseamento para evitar ferimentos graves. E, não esquecer: terminada a tarefa, os utensílios usados devem ser logo guardados fora do alcance dos pequenos curiosos.

– Ainda no que toca às abóboras, sugerimos que se pondere uma iluminação alternativa ao uso de velas, ou que não se iluminem de todo, sobretudo se houver crianças muito pequenas, ou bebés a gatinhar, em casa.

– A escolha da fantasia também deve ter em conta alguns critérios como:

  • deve ser bem adaptada ao tamanho da criança: evitar saias ou calças muito compridas, mangas demasiado largas, capas, etc. que podem ficar presas em portas de carro ou elevador, escadas rolantes ou provocarem quedas ou queimaduras graves (quando passa perto de uma lareira, aquecedor ou de alguém a cozinhar).
  • os adereços não devem dificultar a visão e a respiração.

Mas, se a opção for sair de casa relembramos alguns cuidados a ter num ambiente bastante mais fora do nosso controlo:

– Atendendo às precauções, no âmbito da pandemia, manter o distanciamento possível, o uso de máscara (a das fantasias não conta!), a lavagem das mãos e a formação de grupos mais reduzidos, poderá ser sensato. Relativamente às máscaras de proteção, se pensar em decorá-las, pedimos especial cuidado na utilização de produtos tóxicos como tintas, colas, etc.

– Garanta que as crianças são vistas: glow sticks (varas brilhantes) ou fita refletora incluídos nas roupas ou coladas em pontos estratégicos das fantasias são aliados extraordinários! E, se possível, evite peças de vestuário escuras.

– Se já forem mais velhos e saírem sozinhos, revejam juntos algumas regras de trânsito como: andarem nos passeios, atravessarem nas passadeiras ou em locais com boa visibilidade, respeitarem os semáforos e, muito importante: evitem o uso do telemóvel! Todos! Lembre-se que os miúdos aprendem mais com o que nos veem fazer do que com o que lhes dizemos para fazer.

Por fim, uma palavra aos condutores: durante o Halloween, são vários os países em que os números dos atropelamentos aumentam, pelo que a atenção tem de ser redobrada:

– Reduza a velocidade, nomeadamente em zonas residenciais, sobretudo ao final da tarde e à noite quando, previsivelmente neste dia, poderá haver mais crianças na rua.

Agradecimentos à