“Eu quis muito ser mãe”

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A BebéVida celebrou 15 anos rodeada de caras conhecidas como Sisley Dias ou Ana Sofia Cardoso. Outra das convidadas desta festa de aniversário foi a atriz Dãnia Neto, com quem falámos a propósito desta sua primeira experiência no papel de mãe. 

Mais de 100 convidados marcaram presença na festa dos 15 anos da BebéVida, que se realizou nas instalações do laboratório de células estaminais, no Porto, e onde os convidados tiveram a oportunidade de visitar o Museu, recentemente inaugurado, assim como as salas limpas do laboratório e as salas de tanques.

Na ocasião, Luís Melo, administrador da BebéVida, salientou que “a celebração destes 15 anos é um momento de grande orgulho e gratidão. Orgulho em todos os colaboradores que ao longo destes anos têm contribuído ativamente para o crescimento e sucesso da marca e gratidão para com as mais de 35.000 famílias que têm confiado na BebéVida ao longo destes anos para guardar os mais de 50.000 produtos biológicos.”

Dânia Neto, embaixadora da marca, foi uma das presenças neste evento e a revista Miúdos & Graúdos quis saber junto da atriz como está a correr esta experiência de ter sido mãe de Salvador, prestes a completar um ano.

Por que decidiu fazer a criopreservação das células estaminais?

O grande motivo foi saber que, em caso de necessidade, as células estaminais do Salvador estão acessíveis com grande facilidade e que a BebéVida me apoia no que for necessário. Estas células podem ser usadas para tratar mais de 80 doenças hoje em dia. Há centenas de estudos a decorrer em todo o Mundo para confirmar a sua validade no tratamento de outras doenças, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares, Parkinson ou Alzheimer. Quando optamos por guardar as células estaminais do nosso bebé estamos a preservar algo que de outra forma seria inutilizado. É uma questão de saúde e ter esta segurança é uma grande vantagem.

E qual a razão da escolha da BebéVida?

A BebéVida é o único banco de células e tecido em Portugal reconhecido pela FACT, sendo o sexto privado no Mundo com esta acreditação. Isto dá-nos segurança e sabemos que qualquer centro de terapias mundial aceita as células criopreservadas pela BebéVida. Os 15 anos que hoje celebram são a prova da solidez financeira do laboratório, mas, acima de tudo, da qualidade e rigor de todos os processos necessários à criopreservação das células nas melhores condições possíveis, para que possam ser usadas em caso de necessidade. A equipa BebéVida esclareceu todas as minhas dúvidas e mais do que aconselhar alguém a criopreservar, sugiro que questionem, como eu fiz, e obtenham as respostas que procuram junto dos profissionais que há vários anos estudam e desenvolvem esta área.

O Salvador está prestes a fazer um ano. O que mudou na sua vida desde então?

Ser mãe muda tudo. As nossas prioridades mudam e a nossa atenção é toda para o bebé. Sou uma mãe que tenta aproveitar ao máximo o seu bebé, que foi muito desejado. Sinto que efetivamente estou a aproveitar ao máximo. Eu quis muito ser mãe!

O que tem sido mais difícil no seu papel de mãe?

Sou uma mãe preocupada e presente mas, por vezes, tenho muita dificuldade em delegar. Esse foi um dos maiores desafios.

Partilhou em determinada altura que a experiência do parto não foi muito boa para si. Já esqueceu esse momento? Está pronta para outra?

Para já estou a viver esta experiência intensamente, por isso ainda é muito cedo para poder pensar numa outra.

Cláudia Vieira volta a ser embaixadora da BebéVida 10 anos depois

Cláudia Vieira é a nova embaixadora da BebéVida e será o rosto do laboratório de criopreservação de células estaminais durante os próximos dois anos. A atriz está grávida da segunda filha, Caetana, e voltou a confiar à BebéVida a criopreservação das células do sangue e do tecido do cordão umbilical, uma década depois da escolha feita aquando da gravidez da primeira filha, Maria.

“É com muito gosto que volto a representar a BebéVida enquanto embaixadora do laboratório. Há 10 anos que faço parte desta família e sinto-me sempre muito bem recebida”, diz Cláudia Vieira.

“Quando falamos de criopreservação das células estaminais temos de frisar que esta é uma questão de saúde. Esperamos sempre não vir a precisar de recorrer a estas células, mas temos de estar conscientes do seu potencial e de quão importante é preservá-las”, acrescenta.