Bons hábitos alimentares na terceira idade

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Portrait of happy mature woman making dough at home. Portrait of housewife flattening cookie dough using wooden rolling pin in kitchen while smiling and looking at camera. Old woman preparing cookies.

Sabia que o segredo para a longevidade passa por “comer a metade, andar o dobro e rir o triplo”?

As mudanças que o corpo sofre durante a esta fase da vida exigem ainda uma alimentação diferente. Conheça os principais cuidados.

O processo de envelhecimento vem acompanhado de uma série de mudanças na função hormonal, no metabolismo energético e na atividade diária, o que afeta a necessidade de nutrientes. Por esta razão, a alimentação na terceira idade é, regra geral, muito diferente das restantes etapas da vida.

Nessa fase, olfato e paladar vão ficando comprometidos, por isso é frequente o idoso desinteressar-se pelo consumo de doces e salgados. A produção de saliva também fica reduzida e podem surgir as dificuldades no processo de mastigação e deglutição, que causam um grande impacto na quantidade e qualidade da ingestão do alimento. 

Preparar refeições atrativas

Para além disso, muitas vezes, a presença de doenças crónicas pode levar a restrições alimentares que, associadas ao uso de diversos medicamentos, reduzem o apetite ou interferem na absorção de vitaminas e minerais.

Tudo isso somado às alterações naturais que ocorrem nos mecanismos de defesa do organismo faz com que a pessoa fique mais suscetível a infeções alimentares. Por todas estas razões, há que ter muito cuidado na preparação dos alimentos, para que as refeições sejam seguras e mais atrativas, de forma a estimular o paladar e nutrir o corpo e o “espírito”.

Atenção à higiene

Não raras vezes, com o avançar da idade surge também uma redução da mobilidade, que dificulta a compra e a preparação dos alimentos e, por vezes, até o simples ato de se alimentar. Todas estas transformações exigem cuidados especiais com a alimentação na terceira idade.

Deste modo, os cuidados devem começar logo na fase de aquisição dos alimentos, observando o prazo de validade, o armazenamento e a conservação adequados. No que toca à confeção, deve dar-se especial atenção à higiene pessoal e do ambiente, incluindo os utensílios utilizados, reduzem o risco de contaminações. Estes conselhos são ainda mais importantes na época de pandemia que atravessamos. Afinal, todo o cuidado é pouco!

Fazer as refeições num ambiente agradável

Saiba ainda que o planeamento de ambientes, móveis e utensílios seguros, que exijam o mínimo esforço físico e previnam quedas, são parte integrante da boa alimentação nesta fase da vida. Deste modo, sugerimos a identificação dos alimentos com etiquetas de fácil leitura, com letras de tamanhos apropriados.

Para fazer as suas refeições, a pessoa deve escolher um ambiente agradável, iluminado, arejado, limpo e onde tenha facilidade em fazer a higiene das suas mãos. A

escolha de móveis com cantos arredondados e de espaços que estimulem a companhia de outras pessoas, não oferecendo muitas distrações (como a televisão, por exemplo) tem também um grande efeito na hora de tirar maior partido da hora da refeição e na manutenção de um adequado estado nutricional.

10 hábitos que deve ter todos os dias 

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